Políticos se unem num manifesto anti-judiciário.

O UOL estampa na primeira página de 02/07/2017 a seguinte manchete “Lula, Dilma e Temer fazem manifesto anti-Judiciário” publicada no Painel da Folha de São Paulo. Vejam que o título da postagem no “Painel da Folha de São Paulo” está diferente “Advogados de Temer, Dilma, Lula e Aécio articulam manifesto para questionar o Judiciário e o MP”. Notem que existe uma grande diferença entre a Manchete no UOL e o título da Notícia.
  1. Na Manchete da UOL fala em manifesto anti-judiciário e no título da notícia fala em manifesto para questionar o Judiciário e o MP.
  2. Na Manchete da UOL fala em união dos políticos mas a união parece ser de seus advogados.
  3. Na Manchete da UOL não cita o Aécio
O objetivo dessa postagem é alertar para que as pessoas não se satisfaçam com a Manchete das Notícias. Muitas vezes as Notícias não refletem a ideia que a Manchete nos passa. Alguns Jornais usam desse artifício para atrair a atenção dos leitores. Portanto leiam os parágrafos da notícia publicados pelo Painel da Folha de São Paulo e tirem suas conclusões:- Nós contra eles Os advogados de Michel Temer (PMDB), Dilma Rousseff (PT), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Aécio Neves (PSDB) articulam o lançamento de um manifesto para questionar a atuação da Justiça e do Ministério Público. Os debates se desenrolam em um grupo de Whatsapp intitulado “Prerrogativas” — e a OAB é alvo frequente de críticas. Nas discussões, tratam da confecção de texto que prega o fim do que chamam de “Estado de exceção” e a “retomada do protagonismo da advocacia”.   Criador … O “pai” do manifesto dos criminalistas é o ex-presidente Lula. A ideia, que antes se restringia a trocas de mensagens no grupo, ganhou força depois do ato de desagravo aos defensores do petista, em maio, em São Paulo. Os questionamentos à delação da JBS deram o impulso final na articulação.   … e criatura Alberto Toron, advogado de Aécio Neves e Dilma Rousseff, Cristiano Zanin, defensor de Lula, e Antonio Mariz de Oliveira, de Temer, estão na linha de frente da formulação do manifesto. Todos os políticos estão na Lava Jato e foram fortemente implicados na delação de Joesley e Wesley Batista.  
Teoria e prática Outros criminalistas fazem parte do grupo que prepara o texto. Eles discutem criar um curso para debater o que seria “Estado de exceção”.