Algumas exigências para resolver nossa crise política

Que tal exigirmos dos nossos deputados e senadores que se unam para punir os corruptos e não para defendê-los.

O caso mais grave é a votação dos deputados para autorizarem ou não a segunda denúncia contra Temer e dois de seus ministros. Essa é a segunda denúncia. Na primeira não foi autorizado graças a manobra do Governo em liberar verbas para os deputados que votassem a seu favor e pior ainda, substituíram todos os deputados da Comissão de Justiça que eram favoráveis a autorização para processar o presidente.  Foi uma vergonha.

Em tempos de crise se percebe que deputados sem expressão política que pertencem ao baixo clero se sobressaem defendendo o que a nação condena. Nesses episódios se percebe meia dúzia deles.

O que poderíamos exigir é que os políticos que não estão envolvidos em denuncias de corrupção se unissem independente de partidos e dessem a autorização para que o presidente Temer e seus ministros pudessem ser julgados pelo STF. Isso obrigaria o Temer a entregar o cargo para o presidente da câmara Rodrigo Maia que deverá convocar uma eleição indireta. Nesse caso o acordo deveria ser que todos votassem no próprio Rodrigo Maia desde que ele mantivesse a equipe econômica atual, substituísse todos os ministros acusados de corrupção.

A medida acima possibilitaria aproveitarmos os ganhos dessa equipe econômica. Nos livraríamos de Temer que desagrada 97% da nossa população e assim chegaríamos na eleição de 2018 quando nossa população tem a obrigação de promover o expurgo dos políticos corruptos.

Isso resolveria nosso problema da presidência da República, mas temos mais problemas.

No senado se vê um movimento para defender o senador Aécio Neves contrariando uma decisão do STF. Nota-se que os maiores defensores são aqueles que estão envolvidos em denúncias.

O que deveríamos exigir é que os senadores que nada temem, independente de partido, que tomem uma ação para afastá-lo de seu mandato. Existem duas formas. Ou processem-no no Conselho de Ética e o julguem (não se esqueçam de que o presidente desse conselho não aceitou a denúncia) ou recorrem ao próprio STF para que o pleno, isto é, todos os ministros se pronunciem sobre a decisão tomada pela 1ª. Turma de afastá-lo do Senado e de recolhimento domiciliar noturno.

O grande causador dessa polêmica foi o ministro Marco Aurélio que monocraticamente mudou o que havia determinado o ministro Faquim, e o fez no último dia antes das férias do Supremo.  O que a primeira Turma fez agora foi restabelecer o que o ministro Faquim já havia decidido anteriormente.

Vale lembrar ainda que a irmã e o primo continuam em prisão domiciliar enquanto ele ficou livre por decisão do ministro Marco Aurélio.

O ministro Marco Aurélio primo e indicado por Collor de Mello tem sido o ministro do contra, pois sai vencido em quase todas as votações do STF.

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