Visando repetir a boa campanha de 2009, quando ficou em quarto lugar no Campeonato Estadual da série B, o Quissamã Futebol Clube (QFC) continua com sua preparação para a disputa deste ano. O time, que iniciou os treinos no último dia 12 de janeiro, continua com os trabalhos físicos e aguarda novidades para o elenco, que irá estrear no Estadual no dia 20 de fevereiro, no Estádio Antônio Carneiro da Silva (Carneirão), contra a equipe do Mesquita, às 16h.
Desde o início da preparação, a equipe realizou apenas treinos físicos para recuperar o tempo gasto com as férias. O treino com bola, de acordo com a previsão da comissão técnica, começa a partir da semana que vem. Segundo o técnico Paulo Henrique Filho, a parte física tem que ser aprimorada. "Estamos fazendo treinos e testes físicos para melhorar o condicionamento", disse.
O técnico ainda acha que o Quissamã caiu no grupo mais forte do campeonato, o grupo A, que, além do Mesquita, é composto pelos times Fênix, Rio das Ostras, CFZ do Rio, Nova Iguaçu, Portuguesa, São Cristóvão, Teresópolis e pela Cabofriense. "Ficamos no grupo mais forte, com equipes tradicionais e, além disso, ainda há as distâncias que teremos que percorrer. As únicas equipes mais próximas são as de Rio das Ostras e a Cabofriense, o restante são todas do Rio, que é mais distante e causa um desgaste maior", observa.
Além do técnico, que permaneceu na equipe, o plantel é praticamente o mesmo, com algumas pequenas alterações. Três jogadores saíram: Fred e Adão, que foram para o Macaé Esporte; e Jadson, que foi para o América-MG, mas que, segundo Paulo Henrique, deseja voltar para o Quissamã. Mas a principal novidade que pode pintar como reforço para o time seria uma parceria com o Flamengo.
"Estamos tentando uma parceria com o Flamengo para trazer jogadores para cá. Os jogadores da base deles, que ainda não tem espaço na equipe principal, seriam emprestados, continuariam recebendo pelo clube e jogariam a série B pelo Quissamã para adquirir experiência. Poderá ser um grande reforço para o time", disse, lembrando que esse é um procedimento comum no futebol brasileiro.
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